São Francisco do Sul: Secretaria de Saúde reforça importância do aleitamento materno na reta final do Agosto Dourado

  • FOTO: UNICEF/UNI235510/Willocq -

Agosto é marcado como o mês de conscientização sobre a importância do aleitamento materno. Em São Francisco do Sul, na reta final da campanha Agosto Dourado, a Secretaria de Saúde reforça a necessidade de mobilização em torno do tema, lembrando que a amamentação salva vidas e precisa de apoio constante de toda a sociedade.

Estudos científicos comprovam que o aleitamento materno reduz em até 13% a mortalidade infantil em crianças menores de cinco anos, além de proteger contra diarreia, infecções respiratórias, alergias e obesidade. Para as mães, amamentar contribui para a redução do risco de câncer de mama e ovário, além de favorecer o vínculo afetivo com o bebê.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde, o aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de idade e complementado com outros alimentos até, pelo menos, os dois anos ou mais.

“O Agosto Dourado é um momento simbólico, mas a importância do aleitamento materno deve ser lembrada todos os dias. Amamentar é um gesto que salva vidas, fortalece famílias e contribui para o desenvolvimento das crianças”, afirma o secretário municipal de Saúde, Manoel Patruni.

Neste mês, equipes da saúde intensificaram o acolhimento e as orientações às gestantes e puérperas, reforçando que a amamentação não deve ser encarada apenas como uma escolha individual, mas como um direito que precisa de apoio social, familiar e de políticas públicas.

Boa nutrição é essencial
Um dos locais que oferece suporte às lactantes é Centro de Referência e Atendimento à Saúde da Mulher. É lá que a nutricionista Carolina Stumm oferece orientações. Ela reforça que a qualidade da nutrição da mãe é essencial tanto durante a gestação quanto na amamentação.

Segundo Carolina, uma alimentação adequada na gravidez é fundamental para o desenvolvimento saudável do bebê e para prevenir complicações. “Não significa comer por dois, mas sim priorizar alimentos naturais e nutritivos. Trocar refinados por integrais, incluir castanhas, sementes e verduras escuras faz toda a diferença”, explica Carolina.

Durante a lactação, a mãe precisa de uma dieta equilibrada, rica em líquidos e calorias de qualidade, já que a produção de leite pode gastar de 700 a 800 kcal por dia. “Não há alimentos proibidos, mas é importante observar se algum alimento causa desconforto no bebê. Além disso, os sabores dos alimentos consumidos pela mãe passam para o leite, o que ajuda a criança a aceitar novos alimentos na introdução alimentar”, reforça Carolina.

A combinação entre aleitamento materno e boa nutrição da mãe fortalece o início da vida das crianças e é vista como um dos pilares da saúde pública. “O leite materno é um alimento completo, insubstituível e que carrega afeto, proteção e saúde. Nosso compromisso é garantir que todas as mães recebam o apoio necessário para amamentar”, conclui o secretário Patruni.



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