São Francisco do Sul avança no mapa logístico: TESC inicia obra milionária e amplia capacidade portuária

Em São Francisco do Sul, a cravação da primeira estaca, realizada nesta terça-feira (7), marcou o início das obras de ampliação do píer do Terminal Santa Catarina (TESC). A primeira fase do projeto conta com investimento inicial de R$ 100 milhões e tem conclusão prevista para 2026, integrando um plano mais amplo de modernização que pode ultrapassar R$ 500 milhões em novos aportes.

A ampliação permitirá a atracação simultânea de dois navios e preparará o terminal para receber embarcações de maior porte, elevando a capacidade operacional e a eficiência logística. Mesmo durante as obras, as operações do terminal serão mantidas sem paralisações.

O projeto integra um plano mais amplo de modernização do TESC, agora sob controle da Solaris, empresa ligada ao fundo soberano de Omã, que assumiu o controle acionário do terminal em janeiro deste ano. A iniciativa também posiciona o terminal para aproveitar os ganhos da dragagem do canal externo da Baía da Babitonga, que ampliará o calado e permitirá a navegação de navios maiores.

Com a expansão, a expectativa é aumentar a competitividade do TESC na movimentação de fertilizantes, soja, milho, farelo, açúcar e outros granéis sólidos, além de fortalecer operações com carga geral, produtos siderúrgicos e cargas de projeto.

A segunda fase do projeto, prevista para o segundo semestre de 2026, contempla investimentos em armazenagem, recepção rodoviária e sistemas de movimentação, ampliando ainda mais a capacidade logística do terminal.

O TESC, que completa 30 anos em 2026, registrou em 2025 o maior volume operacional de sua história e projeta manter o crescimento nos próximos anos. Com os novos investimentos, a expectativa é consolidar São Francisco do Sul como um dos principais polos logísticos do Sul do Brasil, fortalecendo o Complexo Portuário da Babitonga e ampliando a competitividade do país no comércio internacional.

Além da infraestrutura, o plano inclui ações voltadas à sustentabilidade, como iniciativas de descarbonização, eficiência energética e redução de impactos operacionais, bem como investimentos em qualificação profissional e desenvolvimento da comunidade local.


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